quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

SURDEZ DE ETIOLOGIA AMBIENTAL

Muitos casos de surdez, principalmente em países em desenvolvimento como o nosso, são ambientais. Muitas vezes, é difícil a distinção entre surdez geneticamente determinada e surdez congênita adquirida. Perdas auditivas congênitas, desencadeadas durante o período pré-natal (fetal) devido a infecções e outras causas, podem ser atribuídas erroneamente a causas genéticas, principalmente por causarem surdez praticamente do mesmo tipo das genéticas. A surdez adquirida tem distribuição sazonal, temporal e sócio-econômica, com variações causadas por epidemias, nível de desenvolvimento, etc.

Fatores ambientais causadores de disacusia, em algum estágio do desenvolvimento infantil
Pré-natal Infecção materna (rubéola, citomegalovírus, toxoplasmose, sífilis, etc)
Terapia materna com drogas ototóxicas
Irradiação (raios-X) durante gestação
Peri-natal Icterícia
Trauma de parto
Anoxia
Pós-natal Otites
Meningite
Sarampo
Caxumba
Traumatismos
Drogas (antibióticos aminoglicosídicos)


Fonte: FraterBrasil

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Xuxa lança DVD com menu especial para crianças Surdas

Xuxa lançou seu primeiro DVD Blu-Ray com menu especial para portadores de deficiência auditiva e visual nesta terça-feira (23), no Rio de Janeiro. Xuxa Só para Baixinhos 9 é o primeiro do tipo no país.

Fonte:R7

sábado, 30 de outubro de 2010

Viver Valores

Entrando no clima de Final de Ano!!!

Órgãos de trânsito deverão divulgar Símbolo Internacional de Surdez



O Símbolo Internacional de Surdez será divulgado em manuais de trânsito e cursos de formação e reciclagem de condutores. O Denatran enviou aos Detrans de todo o país um pedido para que o Símbolo Internacional de Surdez que, no trânsito, serve para identificar a presença de uma pessoa surda ao volante, fosse trazido ao conhecimento dos motoristas de todo o país.

A Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos (FENEIS) enviou uma representação ao Ministério Público Federal em São Paulo solicitando auxílio para a divulgação do símbolo. O MPF instaurou um Procedimento Administrativo e pediu providências ao Denatran, que realizou estudos para a adoção das medidas adequadas para a divulgação do Símbolo Internacional de Surdez aos motoristas brasileiros.

A utilização do símbolo (em anexo) é prevista pela Lei nº 8.160, de 08 de Janeiro de 1991, que determina sua colocação em todos os locais de acesso aos surdos e em todos os serviços disponibilizados a eles.


Fonte: MPF

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Educando Surdos

Cão surdo aprende linguagem de sinais e ganha prêmio de obediência

Vicky Tate, uma britânica de 65 anos que vive em Essex, na Inglaterra, criou sua própria linguagem de sinais para se comunicar com Zippy, seu cachorro de estimação. O curioso é que, apesar de ser totalmente surdo, o animal acaba de ganhar o mais importante prêmio de obediência concedido pela Kennel Club, uma reconhecida entidade de defesa dos animais.

“Foi a primeira vez que a Kennel Club concedeu o prêmio a um cachorro com problemas de audição e todos ficaram surpresos quando ele venceu”, afirmou Vicky ao jornal Daily Mail. A britânica passou a criar Zippy quando ele tinha 7 semanas (hoje, ele tem dois anos) e logo descobriu que havia algo de errado com ele. “Ele não respondia quando o chamavam”, contou. Um teste num hospital veterinário confirmou a surdez.

Além dos movimentos de mãos e pernas para se comunicar com o animal, a senhora Vicky colocou em Zippy um colar vibratório especial, que ela pode acionar para atrair a atenção e dar algum tipo de instrução ao cão. “Também falo com ele o tempo todo, porque apesar de não poder ouvir, ele pode entender minhas expressões faciais”, diz a mulher. “Antigamente, era comum sacrificar animais que fossem surdos, mas eles podem ter uma vida satisfatória. Zippy é meu grande amigo”, completa.

“O prêmio dado a Zippy mostra que um bom treinamento está acessível a todos os cachorros”, afirma Heidi Lawrence, educadora do Kennel Club.


Fonte: Planeta Bicho

domingo, 17 de outubro de 2010

terça-feira, 14 de setembro de 2010

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Adolescentes são aconselhados a baixar o volume de seus iPods

NOVA YORK (Reuters) - Os adolescentes usuários de iPod receberam recomendação para reduzirem o volume em seus tocadores de música, após um estudo realizado nos Estados Unidos constatar que os problemas auditivos entre os jovens haviam aumentado em quase 30 por cento nos últimos 15 anos.

O estudo publicado pelo Journal of the American Medical Association compara pesquisas nacionais do começo dos anos 90 e meados dos anos 2000. Cada uma delas incluía apenas alguns milhares de adolescentes com idade de 12 a 19 anos, mas sua composição foi determinada para representar todo o país.

Na primeira pesquisa, profissionais treinados constataram que cerca de 15 por cento dos adolescentes tinham certo grau de perda auditiva. Passados 15 anos, essa proporção havia crescido em um terço, para aproximadamente 20 por cento.

"Isso significa que em cada sala de aula existem alguns estudantes com problemas auditivos", disse o Dr. Josef Shargorodsky, pesquisador no Brigham and Women's Hospital, em Boston, à Reuters Health.

"Os adolescentes realmente subestimam o barulho a qual estão expostos. Muitas vezes o indivíduo não percebe, mas até mesmo uma ligeira perda de audição pode conduzir a diferenças em desenvolvimento de linguagem e aprendizado", explicou.

O estudo constatou que a maior parte da perda de audição era registrada em apenas um ouvido, mas que as dimensões da perda estavam se agravando.

Embora a perda seja em geral modesta, cinco por cento dos adolescentes tinham problemas mais pronunciados - uma alta de 50 por cento ante a pesquisa anterior.


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sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Teste da orelhinha

Exame de emissões otoacústicas


O que é?
O Teste da Orelhinha ou exame
de emissões otoacústicas
evocadas (código AMB
51.01.039-9), é o método mais
moderno para constatar
problemas auditivos nos
recém-nascidos...


Como é feito?
O exame é feito com o
bebê dormindo, em
sono natural,
preferencialmente ainda
no primeiro mês de
vida. O exame é rápido,
indolor...

Fonte: Teste da Orelhinha

Desenvolvimento da Fala e da Audição

Médica tira dúvidas sobre a realidade da população que não escuta

Audição do bebê

Dicas

0 a 6 meses
O bebê se assusta, chora ou acorda com sons intensos e repentinos. Reconhece a voz materna e procura a origem dos sons.

6 a 12 meses
Localiza prontamente os sons de seu interesse e reage a sons suaves. O balbucio se intensifica e reconhece seu nome quando chamado.

12 a 30 meses
Vai do início da primeira palavra (papai) até o uso de sentenças simples (dá bola). Lógico que ainda é cedo, mas nunca incentive o filho a falar errado só porque soa bonitinho. Se ela diz que o papai chegou de “calo”, corrija naturalmente dizendo que ele chegou de carro. O estímulo à pronúncia correta é fundamental no aprendizado.



quinta-feira, 29 de julho de 2010

Teste da orelhinha

Tipos de problemas auditivos


Pelo menos uma em cada mil crianças nasce profundamente surda. Muitas pessoas desenvolvem problemas auditivos ao longo da vida, por causa de acidentes ou doenças.

Existem dois tipos principais de problemas auditivos. O primeiro afeta o ouvido externo ou médio e provoca dificuldades auditivas "condutivas" (também denominadas de "transmissão"), normalmente tratáveis e curáveis. O outro tipo envolve o ouvido interno ou o nervo auditivo. Chama-se surdez neurossensorial.

A deficiência auditiva pode ser classificada como deficiência de transmissão, quando o problema se localiza no ouvido externo ou médio (nesse caso, o prognóstico costuma ser excelente); mista, quando o problema se localiza no ouvido médio e interno, e sensorioneural (neurossensorial), quando se origina no ouvido interno e no nervo auditivo.

Infelizmente, esse tipo de surdez em geral é irreversível. A surdez condutiva faz perder o volume sonoro: é como tentar entender alguém que fala muito baixo ou está muito longe.

A surdez neurossensorial corta o volume sonoro e também distorce os sons. Essa interpretação descoordenada de sons é um sintoma típico de doenças do ouvido interno.

Ouvidos obstruídos

Uma das causas mais simples da perda de audição é a obstrução do canal auditivo. Esse bloqueio impede que as ondas sonoras cheguem até o tímpano. Constantemente sai cera naturaldo ouvido, ajudando a remoção de sujeira. Mas quando a cera endurece, ela fica no canal e entope o ouvido. Pequenos objetos enfiados no ouvido também obstruem o som. Comoo canal auditivo é revestido de pele, ele pode ser obstruído por descamações de pele, tumores ou infecções.

Cola no ouvido

O líquido produzido no ouvido médio geralmente é drenado através de um conduto queleva à garganta, chamado trompa de Eustáquio. Quando ele fica obstruído por uma infecção ou por adenóides inflamadas, o líquido contaminado se acumula no ouvido médio, tornando-se espesso e aderente, daí o nome de cola no ouvido, A “cola” dificulta a vibração adequada do tímpano e dos ossos no ouvido médio.
A trompa de Eustáquio deixa passar o ar de fora para o ouvio médio, mantendo a pressão atmosférica equilibrada nos dois lados do tímpano. A obstrução da trompade Eustáquio altera a pressão no interior do ouvido, podendo danificar o tímpano.

Tímpano danificado

Repetidas infecções graves no ouvido médio enfraquecem o tímpano, provocando até perfurações, que impedem a sua vibração normal e levam à perda de audição. Em geral, essas perfurações no tímpano saram naturalmente, mas, se a infecção for grave e perdurar pormuito tempo, os orifícios podem não se fechar. A denominação médica para essa condição é otitemédia crônica, e exige tratamento apropriado. Objetos introduzidos no ouvido, fortes pancadas ou sons muito altos, como explosões, podem causar perfurações no tímpano.

Doença dos ossos do ouvido

Uma doença óssea comumente chamada otosclerose causa sérios problemas de audição. É um processo hereditário, isto é, freqüentemente se manifesta nas pessoas que têm familiares com otosclerose. O ossículo estribo começa apresentando um desenvolvimento anormal, que aos poucos o fixa à janela oval, impedindo-o de mover-se livremente. Por isso, ele deixa de conduzir as vibrações ao ouvido interno, levando à perda de audição. É possível curar essa doença por meio de cirurgia.
A otosclerose surge geralmente entre os 18 e os 30 anos e tende a piorar com a idade. É mais comum entre as mulheres.

Neurossensorial

A surdez neurossensorial pode se manifestar em qualquer idade, desde o pré-natal até a idade avançada. A cóclea é um órgão muito sensível e vulnerável aos fatores genéticos, às doenças infantis, aos sons muito altos e a alguns medicamentos. Muitos idosos também sofrem de surdez neurossensorial.
Um parto difícil ou prematuro, sobretudo quando o bebê não recebe oxigênio suficiente, às vezes causa surdez neurossensorial. Ao nascer, a criança está sujeita à icterícia, prejudicial ao nervo auditivo, podendo levar à perda de audição. A icterícia é mais comum em bebês prematuros. Muitos problemas que surgem no parto estão se tornando menos freqüentes à medida que se aprimoram as técnicas de assistência a bebês de "alto risco".

Células ciliadas em perfeito estado Células ciliadas danificadas
Audição Normal Audição prejudicada
Problemas auditivos

Tinido

O zumbido, ou barulho nos ouvidos - denominado tinido - , afeta muitas pessoas, embora a causa desses ruídos não esteja esclarecida.

É difícil a pessoa saber de onde vêm os ruídos no sistema auditivo. Alguns acham que eles são quase insuportáveis, e é mais comum atacarem pessoas idosas.

Sons muitos altos, doenças ou infecções do ouvido são as causas do tinido, havendo quem afirme que alguns remédios vasodilatadores e mesmo alguns tipos de alimentos tornam os zunidos mais intensos.

Mesmo sem problemas de audição, uma pessoa pode perceber o zumbido e achá-lo bastante desconfortável.


Fonte: Surtec

Surdez Neurossensorial



A surdez neurossensorial pode se manifestar em qualquer idade, desde o pré-natal até a idade avançada. A cóclea é um órgão muito sensível e vulnerável aos fatores genéticos, às doenças infantis, aos sons muito altos e a alguns medicamentos. Muitos idosos também sofrem de surdez neurossensorial.

Um parto difícil ou prematuro, sobretudo quando o bebê não recebe oxigênio suficiente, às vezes causa surdez neurossensorial. Ao nascer, a criança está sujeita à icterícia, prejudicial ao nervo auditivo, podendo levar à perda de audição. A icterícia é mais comum em bebês prematuros. Muitos problemas que surgem no parto estão se tornando menos freqüentes à medida que se aprimoram as técnicas de assistência a bebês de "alto risco".


Fonte: Ines

quinta-feira, 10 de junho de 2010

quarta-feira, 9 de junho de 2010

DOR DE OUVIDO



A dor de ouvido (otalgia) pode ser causada por doenças no próprio ouvido (causa otológica) ou por doenças e/ou distúrbios em outras estruturas orgânicas próximas ou mais distantes do ouvido (causa não otológica).

As dores de ouvido de causa otológica são:

a otite externa aguda,
a otite média aguda
os tumores de ouvido.


A figura mostra o ouvido externo e tímpano; ouvido médio e tuba auditiva; ouvido interno.

O que é otite externa aguda?

A otite externa aguda é uma infecção na pele do canal do ouvido causada por vários tipos de germes ou fungos. É caracterizada por uma severa e profunda dor de ouvido. A dor usualmente vem precedida ou acompanhada de coceira. Quando a infecção se torna crônica, ocorrem episódios agudos recorrentes, coceira irritante e descamações da pele do canal.

A otite externa aguda e crônica é um problema de ouvido tão comum entre os nadadores que é chamada também de "otite dos nadadores".

O que é otite média aguda?

A Otite média aguda é uma infecção no ouvido médio causada por bactérias e, eventualmente, por vírus. É mais comum em crianças. A infecção se faz pela migração do germe, presente na garganta ou no nariz, através da tuba auditiva.

Essa doença ocorre, na maioria das vezes, após gripe. É freqüente, também, através do contato com outras crianças portadoras de doenças infecciosas.

Os principais sintomas são dor e diminuição da audição. A dor costuma ser severa. Outros sintomas podem estar presentes: febre, inquietude, perda de apetite, secreção no ouvido (se houver perfuração timpânica); vômitos e diarréia podem ocorrer nas crianças pequenas.

Tumores do ouvido

As dores do ouvido causadas por tumores são bem menos freqüentes do que as dores causadas por infecções. Em caso de tumor, o paciente costuma sentir dor, diminuição da audição e com frequência, secreção no ouvido.

O médico faz o diagnóstico pela história do paciente, exame do ouvido e exame por imagens (tomografia computadorizada, ressonância magnética).

As dores de ouvido de causa não otológica são muito freqüentes. As mais comuns são as de origem dentária (cáries, molares inclusos, apicites paradentares) e as disfunções têmporo-mandibulares relacionados com ausência de elementos dentários, próteses dentárias mal adaptadas e má oclusão dentária.

Pacientes idosos com problema de coluna cervical (artrite) ou pacientes com história de traumatismo na coluna cervical costumam relatar dor atrás da orelha ou no mastóide.

Processos infecciosos e tumorais nas amígdalas, na faringe e na boca podem ser causa de dor no ouvido.

Processos malígnos nas vias aéreas, digestivas e base de crânio também podem causar otalgia.

As otalgias de causa não otológica ocorrem por causa da extensa ramificação de nervos importantes na região da cabeça, pescoço, tórax e aparelho digestivo. O impulso doloroso chega ao ouvido através dessas ramificações nervosas que fazem conexões entre o local da doença e o órgão da audição (dor refletida).

Quando o médico constata que a dor de ouvido não é de causa otológica, uma medida importante é solicitar exame buco-facial por dentista especializado. Exames por imagens (radiografia convencional, tomografia computadorizada, ressonância magnética) da base do crânio, vias aéreas e digestivas poderão ser necessárias.


Fonte: ABC da Saúde

Remédios contra disfunção erétil podem causar surdez, segundo FDA

Medicamentos contra a disfunção erétil podem causar surdez temporária, informaram hoje autoridades da Administração de Alimentos e Drogas (FDA, na sigla em inglês) dos Estados Unidos.

Entre os remédios que podem causar este efeito colateral estão o Viagra, o Levitra, o Cialis e o Revatio, que são os mais consumidos por homens com problemas de disfunção erétil nos EUA.

Embora não tenha feito um anúncio oficial, o FDA, que autoriza a venda de alimentos e remédios no território americano, publicou em seu site [ http://www.fda.gov/ ] algumas perguntas e respostas sobre a questão.

A entidade dos EUA também afirmou que decidiu lançar uma advertência sobre o problema nos rótulos dos produtos após a confirmação de 29 casos de perda repentina da audição em homens que tinham tomado os remédios.

"Embora não tenha apresentado uma relação causal, a FDA crê que a forte ligação temporária entre o uso (destes remédios) e a perda repentina da audição justificaria a revisão dos rótulos" que informam sobre os efeitos colaterais dos produtos, diz a entidade.

A FDA afirmou que, em aproximadamente um terço dos casos comprovados, a surdez - um problema comum entre homens de idade avançada - era somente temporária.


Fonte: Medimagem

Surdez repentina



A surdez repentina é uma perda grave da audição, em geral num só ouvido, que se manifesta em poucas horas.

Por ano, uma em aproximadamente 5000 pessoas sofre de surdez repentina. Normalmente deve-se a uma doença viral, como a parotidite, o sarampo, a gripe, a varicela ou a mononucleose infecciosa. Com menor frequência, certas atividades extenuantes, como o levantamento de pesos, exercem uma grande pressão sobre o ouvido interno, danificando-o e provocando uma perda auditiva súbita ou flutuante e vertigem. No ouvido afetado pode ouvir-se um som explosivo quando o dano é provocado pela primeira vez. Por vezes, não se identifica nenhuma causa.

Em geral a perda auditiva é grave. No entanto, a maioria das pessoas recupera completamente a audição, normalmente num período de 10 a 14 dias, e outras fazem-no de forma parcial. O zumbido e a vertigem podem acompanhar a surdez repentina. A vertigem costuma reduzir a sua intensidade após alguns dias, mas o zumbido persiste na maioria dos casos.

Nenhum tratamento se revelou útil. Geralmente prescrevem-se corticosteróides por via oral e recomenda-se repouso acamado. Em certos casos, podem ser úteis procedimentos cirúrgicos.


Fonte: Manual Merck

Acessibilidade no Cine Ceará

Mostra “Ouço porque vejo, vejo porque ouço”

A acessibilidade tem sido sempre uma preocupação do Cine Ceará. Esta mostra é realizada graças à colaboração dos participantes no evento que nos autorizam a legendar e autodescrever seus filmes para que possam ser exibidos também para surdos e deficientes visuais. A legendagem para surdos é semelhante à de ouvintes só que nela são identificados os personagens e os efeitos sonoros. A autodescrição é a tradução das imagens de um filme em palavras. Este projeto é uma parceria do LEAD (Legendagem e Autodescrição), da Universidade Estadual do Ceará. Agradecemos a todos os cineastas que colaboraram com este projeto.



Fonte: Cine Ceará

quarta-feira, 2 de junho de 2010

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Perda de audição


Assistir a TV ou ouvir rádio em volume muito alto pode não ser um simples hábito, mas um sintoma do início da perda de audição, alertam especialistas. Quanto mais rápido o problema for identificado, maiores são as chances de levar uma vida normal. No Brasil, a Sociedade Brasileira de Otologia estima que mais de 15 milhões de pessoas tenham algum déficit auditivo.
A perda da audição é causada por vários fatores. Existe a surdez ocasional, que é provisória, e a perda de audição contínua e progressiva.
O acúmulo de cera no ouvido provoca o entupimento do canal auditivo e a conseqüente diminuição da audição. A retirada da substância, de preferência realizada por um otorrinolaringologista, resolve a questão. Outro problema transitório é a passagem de catarro do nariz para o canal auditivo. Isso pode acontecer porque a membrana que reveste o tímpano é a mesma do nariz e ela acaba facilitando a passagem dessa substância para o ouvido.
Quando isso acontece, o catarro também provoca o entupimento e a diminuição auditiva. Podem surgir complicações quando o catarro infecciona dentro da cavidade _o paciente sente febre e dores e continua com a audição afetada, mas o tratamento com remédios resolve.
Assim como todos os outros órgãos, o ouvido também está sujeito ao envelhecimento. Com o passar do tempo, as células vão perdendo a ‘força’. Por isso, a partir dos 40 ou 50 anos, a possibilidade de o ouvido sofrer lesões fica maior. Quando essas lesões ocorrem nos órgãos neurais do ouvido _cóclea e labirinto_, a recuperação da audição se torna mais difícil.
De acordo com o otorrinolaringologista Douglas Salmazo Rocha Morales, do hospital São Camilo, as causas dessas lesões são várias: idade, excesso de ruídos, substâncias tóxicas, infecções da orelha interna e outras doenças que acabam atingindo o ouvido. Qualquer um desses fatores pode acelerar a perda auditiva em pessoas que já têm problemas na família. A perda fica mais evidente após os 60 anos de idade.
Quando a surdez é hereditária, o melhor a fazer é diagnosticá-la o quanto antes. O fato de a pessoa sempre pedir que as outras repitam o que disseram pode não ser apenas um sinal de desatenção. Ao primeiro sintoma, a pessoa deve procurar um especialista e realizar o exame conhecido como audiometria. É ele que vai indicar se realmente houve perda auditiva e qual é o grau do problema.

Fonte: Diário OnLine

SIGN WRITING



Diferentemente das línguas orais, que podem ser registradas na
modalidade escrita, as línguas sinalizadas ,historicamente, eram e
ainda são, até hoje, na maioria das vezes , registradas fielmente,
com o recurso de vídeo.
A escrita de sinais , Sign Writing, foi criada para que, os registros
das línguas sinalizadas não dependessem das traduções das línguas
orais, que possuem outras estruturas gramaticais e culturais,
ocasionando assim distorções.
Sign Writing é um sistema de escrita para escrever língua de sinais.
Essa escrita expressa os movimentos das mãos, as formas das
mãos, as marcas não manuais e os pontos de articulação.
É um sistema rico que mostra a forma das línguas de sinais.
Faremos agora, uma rápida cronologia sobre Sign Writing11 :
1974 Sign Writing foi criada por Valerie Sutton. Ela criou um
sistema para escrever danças e despertou a curiosidade dos
pesquisadores de língua de sinais.
Foi na Dinamarca que foi registrada a criação de um sistema de
escrita de LS12.
1977 Houve o primeiro workshop sobre Sign Writing.
1978 Foram editadas as primeiras lições em vídeo.
1979 Valerie Sutton e a equipe do Instituto Técnico Nacional para
Surdos de Rochester - NY fizeram alguns livretos, em que usaram
ilustrações em Sign Writing.
1980 Valerie Sutton apresentou uma forma de se analisar a LS,
sem passar pela tradução da língua falada. A escrita de sinais
começou a se desenvolver a partir de um sistema escrito a mão livre
e depois passou a ser escrito pelo computador.

FONTE

Abrace!



quinta-feira, 27 de maio de 2010

VERDADES E MENTIRAS SOBRE SURDEZ

A surdez pode ser causada por doenças como o sarampo e a caxumba.
Verdade. Se não forem tratadas com acompanhamento médico desde o início, infecções causadas por caxumba ou sarampo podem ter a surdez como seqüela.
Medicamentos tomados pela mãe durante a gravidez podem causar rebaixamento auditivo no bebê.
Verdade. Calmantes e depressivos tomados durante a gravidez podem retardar a formação auditiva do feto, diminuindo o poder de audição do bebê.

A deficiência auditiva é igual na maior parte das crianças.
Mentira. No caso da deficiência em crianças, deve-se observar que há diferentes tipos de problemas auditivos e deve-se recorrer a aparelhos que melhor se adaptem às necessidades delas.
A surdez só pode ser diagnosticada quando a criança tem mais de 7 anos.
Mentira. No período de 3 a 5 anos, antes do início da fase escolar, a criança deve passar por um teste no pediatra para avaliar sua sensibilidade auditiva.

Surdez

Copa 2010

Grau da Surdez

As características da surdez dependem do tipo de da gravidade do problema que a causou. A surdez pode ser de grau leve, moderada, acentuada, severa e profunda.

No grau leve as pessoas nem se dão conta que ouvem menos, e tendem a aumentar progressivamente a intensidade da voz.

Quando a surdez passa de moderada para severa, a dificuldade do deficiente aumenta. As palavras se tornam "abafadas" e mais difíceis de entender, principalmente em salas com ruídos ou eco. Fica difícil ouvir até uma campaina ou o telefone tocar.

Quem tem surdez profunda deve ser tratado desde o nascimento para perceber vários sonos ambientes. Com o tempo, é possível que aprenda a reconhecer sons da palavra falada. Esse é o objetivo da estimulação auditiva.

A surdez pode ser descoberta de várias formas. Se o bebê não se assusta com sons altos, pode ser sinal de que tenha surdez severa ou profunda.

PERDAS AUDITIVAS

Figura: gráfico de graus de perda auditiva

Perdas auditivas de condução

a) No conduto:
- Malformações
- Rolha de cerúmem
- Corpos estranhos

b) Na caixa do Tímpano:
- Otite média secretora
- Otite média crôncia
- Disjunção da cadeia ossicular
- Otosclerose


Perdas auditivas Sensório-Neurais

- Recém-nascidos de Alto Risco
- Doenças Genéticas
- Caxumba
- Meningite
- Doença de Meniére
- Otosclerose Coclear
- Plesbiacusia
- Doenças Cárdio-Vasculares
- Neurinoma do Acústico
- Doenças Cárdio-Vasculares
- Doenças Metabólicas e Hormonais
- Sífilis
- Trauma Acústico
- Ototóxicos


Fonte: Surtec

quarta-feira, 28 de abril de 2010

quinta-feira, 22 de abril de 2010

terça-feira, 20 de abril de 2010

Implante Coclear - Tire suas dúvidas!

1)Qual paciente pode se beneficiar do implante coclear?
A indicação de implante coclear é bastante trabalhosa e envolve um grande número de critérios. De um modo geral o implante está indicado para pacientes que tem surdez sensorial e bilateral e que não obtiveram resposta satisfatória com o uso de próteses auditivas convencionais. O tempo de surdez também é outro fator importante: quanto mais tempo o paciente fica privado de escutar, mais difícil será sua reabilitação. Para que uma pessoa saiba se ela é ou não candidata é preciso uma avaliação detalhada de um grupo especializado em diagnóstico e tratamento da surdez.

2)É verdade que o implante coclear pode atrair raios?
Não. O implante coclear é uma prótese implantável, feita de titânio ou cerâmica e não atrai raios ou qualquer outra forma de energia.

3)A unidade interna tem baterias?
A unidade interna dos implantes cocleares atuais funcionam através do uso de radio freüência para abastecimento de energia. A mesma radio freqüência que é usada para transmitir informações para a unidade interna, é usada para o funcinamento da mesma.

4)Como é o som que um paciente implantado escuta?
A qualidade ou tipo de som que um paciente implantado escuta depende de vários fatores: o tempo de privação auditiva, a causa da surdez, a estratégia de estimulação usada, o número de eletrodos implantados. Desta maneira fica difícil dizer como é a sensação sonora de um paciente implantado. Cada um terá uma experiência individual. O objetivo final é dar um apoio a comunicação do paciente surdo.

5)Como faço para marcar uma consulta no Grupo de Implante Coclear?
É muito fácil. Primeiro vá até o página inicial do site e clique no tópico "Preencher formulário". Cadastre-se e preencha o formulário, se necessário com auxílio de seu médico e / ou fonoaudiólogo. Quanto mais informação você enviar, melhor será a sua avaliação. Aguarde então o e-mail da equipe de Implante Coclear. O e-mail pode convocar você para uma consulta médica de triagem, caso a equipe chegue a conclusão que seu caso é potencialmente de Implante Coclear. Caso a equipe julgue que seu caso não se enquadra nos critérios do Grupo de Implante do HC-FMUSP, você também receberá um e-mail.

6)É possível realizar o Implante Coclear pelo convênio ou particular?
Sim. No Hospital das Clínicas há um setor de Convênios/Particulares. Para realizar seu agendamento e saber se seu convênio é aceito no hospital, ligue para (11)3069-7881 ou 3069-7883.
Neste caso não é necessário preencher o formulário. Você pode agendar diretamente uma consulta com um otorrino especialista em implante coclear.

7)Quais exames devo realizar para avaliação do Implante Coclear?
Normalmente os exames solicitados são: avaliação audiológica (audiometria e/ou BERA), Tomografia Computadorizada de Ossos Temporais (com cortes de 1mm, axial e coronal, com janela para osso), Ressonância Magnética de Ossos Temporais (para avaliação de orelha interna e feixe-vestíbulo coclear, com expansão volumétrica da cóclea e medida de permeabilidade coclear, tipo FIESTA). Outros exames podem ser solicitados depois da primeira consulta.

8)É verdade que corro o risco de ficar com o rosto paralisado?
A cirurgia do Implante Coclear é bastante delicada e para chegar no local onde é colocado o conjunto de eletrodos, é necessário realizar uma abertura cirúrgica, que fica próxima ao nervo facial. Para evitar a paralisia facial, a equipe que realiza a cirurgia tem que ser bastante experiente. Além disso, o uso do Monitor de Nervo Facial torna a cirurgia mais segura. O Grupo de Implante Coclear do HC-FMUSP usa um dos mais modernos monitores de nervo facial que existe.

9)Tenho que cortar o cabelo para fazer a cirurgia?
Para uma boa assepsia é preciso cortar um faixa de cabelo de aproximadamente 3 cm acima do lado onde será colocado o implante coclear.

10)Quanto tempo fico internado para fazer a cirurgia do Implante Coclear?
Normalmente o paciente interna na véspera da cirurgia e vai de alta um dia após a cirurgia.

11)Qual a diferença entre o implante coclear e os aparelhos auditivos convencionais?
Os aparelhos de audição só amplificam os sons. Isto é quando a pessoa escuta menos é como se você aumentasse o volume dos sons do ambiente. Agora, quando a pessoa não escuta nada não adianta aumentar o som. É como um indivíduo cego usar um óculos.
Visto isso, é fácil entender por que nestes casos não adianta usar um aparelho de audição convencional.
O aparelho de implante coclear não aumenta os sons. Ele é um estimulador elétrico. Na verdade, ele fará o papel de todo o ouvido. Este papel consiste na captação do som, transformação do mesmo em estímulo elétrico e estimulação do nervo auditivo diretamente. Não há necessidade de orelha, membrana do tímpano, ossos do ouvido e cóclea.
Portanto é importante compreender que o implante coclear não devolve a audição normal à pessoa e que a qualidade do som percebido é diferente, mas a pessoa com uma reabilitação adequada feita depois da cirurgia vai aprendendo a compreender os novos sons. Se a pessoa já escutou antes provavelmente se lembra dos sons. Eles serão diferentes, porém ela poderá associá-los aos sons escutados e então relacionar. Imagine como se ela estivesse aprendendo uma nova língua totalmente diferente.

12)Tenho que usar prótese auditiva antes de ser candidato ao Implante Coclear?
Na maioria dos casos a indicação do Implante Coclear está ligado ao uso da prótese auditiva: o paciente tem que usar a prótese auditiva para a equipe chegar a conclusão de que o ganho de audição que a prótese fornece não é suficiente para dar ao paciente um bom desempenho de comunicação. Portanto o ideal é que o paciente já chegue na primeira consulta usando a prótese.

13)Após a cirugia de implante coclear eu poderei falar ao telefone?
O paciente poderá falar ao telefone aproximando-o do microfone receptor do aparelho que fica acoplado à unidade externa junto à orelha. A capacidade de "entender" ao telefone varia muito de caso a caso e depende de vários fatores como tempo e causa da surdez. Entre nossos pacientes uma grande parte consegue conversar perfeitamente ao telefone.


Fonte: Grupo de Implante Coclear

sábado, 17 de abril de 2010

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

See What I'm Saying: The Deaf Entertainers Documentary

Longa-metragem dirigido e produzido por
Hilari Scarl.
Documentário sobre Surdos que trabalham no meio artístico.


Fonte: site

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Ligue 100

Não se cale!!! Denuncie!!!

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Língua

Presente!!!

Ganhei esse selinho da
minha colega
Laura Serpa!
Blog LIBRAS: Educandos Surdos.

Muito obrigada!!!


♥♥♥ ♥♥♥



Visitem o blog da Laura:

sábado, 16 de janeiro de 2010

Policiais de SP aprendem Língua de Sinais

Agentes da Polícia Militar de São José do Rio Preto, cidade do interior do estado de São Paulo, estão aprendendo a Língua Brasileira de Sinais (Libras) para melhorar sua comunicação com pessoas surdas, informaram hoje fontes oficiais.

São 31 os policiais que participam do primeiro curso organizado pela Secretaria Municipal dos Direitos e Políticias para Mulheres, Pessoa com Deficiências, Raça e Etnia dessa localidade, situada cerca de 450 quilômetros ao noroeste de São Paulo.

O capitão Nedson Nobre, porta-voz da Polícia Militar na região, explicou que a instituição procura contar com um grupo de agentes capacitados para que "sejam ativados quanto um cidadão com deficiência auditiva precisar".

Conforme a secretária da Mulher, Regina Chueire, se mostrou satisfeita com a atitude da instituição e adiantou que buscará que a iniciativa seja estendida para outros órgãos.


"É gratificante ver a conscientização dos policiais militares, sabemos que vai resultar em uma atenção melhor e mais eficiente para os deficientes auditivos", comentou Chuerie. EFE

Fonte: yahoo notícias

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Cláudia Vianna - depoimento "Viver a Vida"


Cláudia é mãe de Érika, que nasceu prematura e com problemas auditivos. Lutou muito para manter a filha estudando em escolas convencionais, mas o rendimento da menina sempre deixava a desejar. Um dia, resolveu conhecer o INES, Instituto Nacional de Educação de Surdos, e ficou maravilhada com a linguagem dos sinais. Érika passou então a estudar na escola, especialmente desenvolvida para proporcionar o desenvolvimento geral da pessoa surda, e hoje se prepara para o vestibular. Cláudia voltou a estudar e está cursando pedagogia, com o objetivo de se especializar na área voltada para surdos, e poder passar seu conhecimento a outras pessoas.


Fonte: Globo.com

Versão estendida do depoimento na novela "Viver a Vida"

video

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Surdez: Ponto de vista educacional


Surdez refere-se à incapacidade da criança aprender a linguagem por via auditiva e ter um desempenho acadêmico. A partir da Lei 10436,O governo brasileiro reconhece a LIBRAS, como língua, e os surdos tem o direito que nas instituições educacionais as aulas sejam ministradas em LIBRAS, pelo menos com a presença de um intérprete. Pois a surdez não interfere no desenvolvimento cognitivo.

Fonte: Wikipédia

Implante Coclear


O implante coclear foi desenvolvido na Universidade de Melbourne, Austrália, na década de 80, e representou uma revolução no tratamento da surdez. O implante coclear, conhecido popularmente como "ouvido biônico", é uma prótese computadorizada inserida cirurgicamente no ouvido interno, que substitui parcialmente as funções da cóclea, transformando energia sonora em sinais elétricos. Estes sinais são codificados e enviados ao córtex cerebral.
A cóclea é um órgão do sistema auditivo, em forma de caracol, que é responsável por transformar o estímulo mecânico do som em um estímulo elétrico que é encaminhado para o cérebro para ser reconhecido. Com o implante, as células ciliadas danificadas são substituídas pelo aparelho.
No Brasil, o Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais (HRAC), da Universidade de São Paulo (USP) foi pioneiro na realização do implante coclear, em 1990. Atualmente, existem cinco centros de referência na área no País e mais de 70 mil pacientes usando implantes cocleares em todo o mundo.

Fonte: HEBRON